Uma parceria inovadora entre o Laboratório de Inovação na Atenção Primária à Saúde (LIAPS) e a Secretaria Municipal de Saúde (SESAU) de Campo Grande proporcionou, durante o auge da pandemia de Covid-19 em 2020, um canal direto e eficaz de comunicação via WhatsApp para profissionais da saúde da Atenção Primária. Este projeto permitiu o contato contínuo com especialistas em infectologia para esclarecimento de dúvidas não apenas sobre o coronavírus mas também sobre outras doenças prevalentes na região, como a Dengue.
Durante um período crítico de saúde pública em 2020, quando a pandemia de Covid-19 assolava o Brasil e sobrecarregava sistemas de saúde em todo o país, essa iniciativa emergiu em Campo Grande, capital do estado de Mato Grosso do Sul. O Laboratório de Inovação na Atenção Primária à Saúde (LIAPS), em um esforço colaborativo com a Secretaria Municipal de Saúde (SESAU), implementou uma estratégia pioneira para apoiar os profissionais da atenção primária enfrentando desafios sem precedentes devido à emergência sanitária.
A implementação de um canal de comunicação via WhatsApp, projetado especificamente para os profissionais de saúde em Campo Grande, transcendeu as expectativas ao fornecer uma linha direta e ininterrupta com especialistas em infectologia, este recurso se tornou vital, permitindo que médicos e enfermeiros da atenção primária tirassem dúvidas 24 horas por dia, um apoio essencial em um momento onde a informação precisa e rápida poderia salvar vidas.
O serviço não se limitou a proporcionar orientação sobre casos de Covid-19, mas também abrangeu outras preocupações de saúde pública relevantes para a comunidade de Campo Grande, como a Dengue, que historicamente representa um desafio na capital. Assim, o projeto não apenas melhorou a capacidade de resposta à pandemia como também fortaleceu o sistema de atenção primária contra outras endemias.
A experiência de Campo Grande destacou a importância da inovação e da cooperação interinstitucional em tempos de crise. A iniciativa demonstrou como o uso de tecnologias de comunicação pode transformar o atendimento ao paciente e o suporte à comunidade médica, evidenciando que esses avanços podem e devem ser explorados para além das urgências sanitárias, pavimentando o caminho para uma saúde pública mais resiliente e adaptada às necessidades da população.
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